
Uma rebelião foi registrada na tarde desta terça-feira (1º) na Unidade Prisional da Polícia Militar do Amazonas (UPPM/AM), localizada na região da BR-174, na zona rural de Manaus, nas proximidades do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Segundo informações preliminares, quatro policiais militares foram feitos reféns durante o motim.
Entre os policiais mantidos como reféns estão um major, um aspirante e dois soldados. A ocorrência mobilizou equipes de segurança, que foram deslocadas para a região para acompanhar a situação.
Ainda conforme as informações iniciais, o diretor da unidade também teria sido feito refém no início da rebelião, mas foi liberado posteriormente.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre mortes ou feridos. As circunstâncias que provocaram o início da rebelião também ainda não foram esclarecidas.
Rebelião começou durante a tarde
A movimentação começou dentro da unidade prisional durante a tarde. Os primeiros relatos indicavam que policiais haviam sido feitos reféns pelos custodiados.
Com o avanço da ocorrência, foi informado que quatro policiais estavam sob poder dos internos.
Além dos militares, outros custodiados estariam envolvidos no motim. Ainda não há confirmação sobre o número de presos que participam da rebelião ou sobre eventuais reivindicações apresentadas.
Equipes de segurança permanecem mobilizadas para controlar a situação e garantir a integridade dos policiais mantidos como reféns e dos demais custodiados.
Unidade recebe policiais militares presos
A UPPM/AM funciona no prédio onde anteriormente funcionavam o Centro Feminino de Educação e Capacitação (Cefec) e a Penitenciária Feminina de Manaus, às margens da BR-174.
A estrutura passou a receber policiais militares custodiados após a desativação do antigo núcleo prisional da PM, localizado no bairro Monte das Oliveiras.
Em maio deste ano, 71 policiais militares custodiados foram transferidos para a nova unidade, que possui capacidade para 72 presos de natureza militar.
A transferência ocorreu após uma fuga registrada no antigo núcleo prisional, que resultou na saída de 23 policiais militares da unidade.
Situação permanece em andamento
Até a última atualização, quatro policiais militares continuavam sendo apontados como reféns: um major, um aspirante e dois soldados.
O diretor da unidade, que também teria sido rendido no início da ocorrência, já teria sido liberado.
Ainda não há confirmação sobre a existência de feridos ou mortos. As forças de segurança continuam atuando na ocorrência, enquanto as circunstâncias da rebelião deverão ser esclarecidas pelas autoridades.
O caso permanece em andamento.