O presidente Caio André (Podemos) e o empresário Jian Marcos Dalberto estampam o acordo, que desperta dúvidas sobre a real destinação desse grande gasto.
Anderson, André Borges e Fullvio Pinto, são apontados como responsáveis por omitir e cortar contribuições sociais previdenciárias, durante seus mandatos à frente da prefeitura de Rio Preto da Eva.