O esquema que teria movimentado quase R$ 6 bilhões envolve a entrada clandestina do minério, no Brasil, como pagamento pela exportação de alimentos por mercados de Roraima e do Amazonas.
Os suspeitos têm 18, 23 e 41 anos, e são moradores dos municípios de Coari e Alvarães, no Amazonas, além de um residente da Colômbia, país que faz com o Estado.