Modelo revela que capitão da PM a obrigou a atirar em balada

Após a grande repercussão negativa por ter postado um vídeo no qual aparece atirando para o alto em uma balada com a descrição “arminha de brinquedo”, a modelo e influenciadora Koobayma Vieira Aguiar, ou “Bya”, como é conhecida, divulgou um vídeo nesta segunda-feira (31), afirmando que foi forçada a atirar pelo capitão da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Tasso Alves.


No vídeo a influenciadora conta que tinha saído com o PM e que durante a balada ele teria ingerido bastante bebida alcoólica e consumido muita droga. “Ele começou a ficar louco, alterado e querendo arrumar confusão e a gente resolveu ir embora”. Ainda segundo ela, eles resolveram sair e no caminho ele teria atirado para fora e em seguida, ordenou que ela também atirasse.

“Eu disse que tinha medo (…) e ele queria me gravar atirando. Eu fiquei com medo de ele gravar com o celular dele e pedi que ele gravasse do meu. Eu já estava bêbada e acabei postando o vídeo sem querer e logo que vi que tinha postado, apaguei”, disse a modelo.

Ainda segundo Bya, após o episódio dos tiros o capitão teria tentado leva-la para um motel, porém, ela teria recusado. “Eu falei que não iria, que iria pra casa. Ele ficou tentando me agarrar, me segurando forte”. Após isso, ela teria saído do carro e ido embora com uma amiga.

Após este novo vídeo ser divulgado, nem a assessoria, nem mesmo o capitão se pronunciaram.

Entenda o caso

No último sábado (29), a modelo Bya, postou um vídeo em sua conta no Instagram no qual aparece em uma balada “bebendo todas” e logo em seguida já aparece dentro de um carro com uma arma de fogo na mão e atirando para fora.O vídeo foi postado pela própria influenciadora nos stories da sua conta no Instagram.

A arma utilizada pela modelo seria do capitão da Polícia Militar, Tasso Alves, que também é o chefe do Centro de Educação Física e Desporto da Polícia Militar do Amazonas. No sábado a assessoria da PMAM informou que não tinha conhecimento do caso e que iria apurar a participação do policial no ato.